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A sede que tenho de ti


Teu olhar descaradamente
sobre as curvas do meu corpo,
minhas mãos tremulas e gélidas,
enquanto o resto esta a arder,
a espera do seu toque,
do teu beijo molhado
para matar a sede que tenho de ti,
o coração que mas parece
querer saltar do peito,
uma ânsia louca,
um desejo descomunal,
um descontrole sobre mim,
como se eu caísse sem cair,
nossos corpos encaixados,
numa dança perfeita,
uma luta quase que ensaiada,
que me leva para longe,
sem nunca sair daqui,
uma explosão de sentimentos,
que me deixa sem força,
mas que logo recupero,
quando nossos corpos pedem mais.

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