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As cartas estão na mesa,

minhas malas na porta,

e não há nada que  digas ou que faças

para que eu mude de ideais.

Tentei ser o melhor que pude,

mas nunca foi o suficiente,

limitei a minha vida a te conquistar,

e realizar todos os teus desejos,

me anulei por ti, esqueci de mim.

Amar te foi como uma doença,

era cómodo ter me ao teu lado,

me doei sem pedir nada em troca,

o que não queria dizer que eu não precisasse,

estou curado e a uma porta de me livrar

deste sentimento que me tirou a paz,

seja feliz com alguém que verdadeiramente amas.

Nunca me amou, eu a idolatrava...

hoje volto para mim,

porque eu me pertenço,

 a mais ninguém.




Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo. Eu me pertenço e de mim faço o que bem entender. Raul Seixas



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